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Guet Guet vem do hebraico גט e significa divórcio. É também o nome dado ao documento de divórcio dentro do judaísmo. É feito de acordo com o tratado Kidushim, do Talmud Babilônico.
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Gênesis Gênesis vem do grego "origem", "nascimento", "criação", mas é mais conhecido como o primeiro livro da Bíblia. Faz parte do Pentateuco, os cinco primeiros livros bíblicos, cuja autoria é atribuída, pela tradição judaica a Moisés. Gênesis foi o nome dado pela Septuaginta ao primeiro destes livros, ao passo que seu título hebraico Bereshit ("No princípio") é tirado da primeira palavra de sua sentença inicial. Narra acontecimentos, desde a criação do mundo, na perspectiva judaica, passando pelos Patriarcas bíblicos, até à fixação deste povo no Egito, depois da história de José. |
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Golem de Praga O Golem é uma história do folclore judaico muito antiga, datando dos tempos rabínicos. No seu sentido literal a palavra golem significa uma matéria inanimada e informe na qual aquele que descobriu o “tetragrammaton” (Shem-Hamforash ou o Inefável Nome de D’us) pode introduzir o sopro da vida. Não há muita dúvida de que as especulações talmúdicas sobre a criação do primeiro homem estimularam o crescimento das lendas sobre o golem. O trecho a seguir, do Talmud (com todas as suas implicações), foi avidamente retomado pelos criadores de lendas sobre o golem: “Como foi criado Adão? Na primeira hora o seu pó foi reunido; na segunda, a sua forma foi criada; na terceira ele se tornou uma massa informe (golem); na quarta, os seus membros foram acrescentados; na quinta, os seus orifícios foram abertos; na sexta, ele recebeu a sua alma, na sétima ele se ergueu nos próprios pés...” Segundo a tradição, no Talmud, o célebre rabino Raba havia criado um homúnculo. Essa criatura era um homem igual aos outros, mas não tinha o poder de falar, o que só D’us podia conceder. Quando, num estado de egoísmo e vaidade, Raba enviou o seu Golem ao rabino Zeira, este sábio rapidamente identificou a origem mágica da criatura e, indignado, o fez voltar ao pó de que era feito. “A criação do homem pertence somente a D’us, disse ele...” A mais famosa narrativa com um golem envolve o rabino Judah Levi, de Praga, durante o século XVI. Diz-se que ele teria criado um golem para defender o gueto de Josefov em Praga contra ataques anti-semitas. A primeira publicação da história do golem apareceu em 1847 em uma coleção de contos judaicos intitulada Galerie der Sippurim, publicada por Wolf Pascheles, de Praga. Cerca de 60 anos mais tarde, um conto de ficção foi publicado por Yudl Rosenberg (1909). De acordo com a lenda, o golem teria sido feito com a argila do rio Moldava que banha Praga. Seguindo rituais específicos, o rabino construiu o golem e fez com que ele ganhasse vida recitando um encanto especial em hebreu e escrevendo na sua testa a palavra em hebraico emet (verdade). O golem deveria obedecer ao rabino, ajudando e protegendo o gueto judaico. Durante o dia, o rabino escondia o golem no sótão da Antiga-Nova Sinagoga. Porém, o golem cresceu e se tornou violento e começou a matar pessoas espalhando o medo. Foi então prometido ao rabino Loew que a violência contra os judeus pararia se o golem fosse destruído. O rabino concordou e destruiu o golem apagando a primeira letra da palavra emet. A existência de um golem na maioria das histórias mostrava algo bom, mas com problemas. Embora não fosse inteligente, o golem podia fazer simples tarefas repetidamente. O problema era controlá-lo e fazê-lo parar. Elementos semelhantes podem ser encontrados no romance Frankenstein de Mary Shelley. Isaac Bashevis Singer, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, escreveu a sua versão da lenda do Golem em 1969. |
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Guemará e Mishná Estuda a tradição dos judeus da Babilônia. A Mishná é uma obra cabalista.
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